V Encontros de Guitarra Portuguesa
Os “Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa”, com o Alto Patrocínio da Caixa Geral de
Depósitos, tiveram a primeira edição em 2007.

A Caixa Geral de Depósitos e a Orquestra Clássica do Centro consideram importante promover anualmente a realização dos Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, provavelmente o instrumento musical que melhor se identifica com as raízes culturais da música portuguesa.
Em 2007, os I Encontros deram o mote para que esta iniciativa se viesse a consolidar e ganhar dimensão e projecção, tanto a nível nacional como internacional, havendo desde então a preocupação em convidar um leque variado de músicos e cultores/ divulgadores da guitarra, que nos permitem prosseguir com os objectivos inicialmente propostos:


- Promover a guitarra portuguesa enquanto instrumento solístico individual e de orquestra, contribuindo igualmente para a divulgação e internacionalização dos seus intérpretes;

- Criar novos públicos e estimular a aprendizagem da guitarra, seja ela portuguesa ou clássica, tendo
em vista a descoberta de novos valores e potenciais aprendizes

- Divulgar novo repertório para estes instrumentos e criar condições para a composição de outras e
novas obras que venham a enriquecer o património bibliográfico musical.

- Beneficiar da riqueza natural e patrimonial de Coimbra, conferindo-lhes novas sonoridades e
ambientes.

Em 2011, de 7 a 15 de Outubro irão decorrer os V Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa.
Assumimos a importância em atribuir um novo protagonismo à guitarra, nomeadamente a guitarra de
Coimbra, como factor identitário e transversal a várias gerações. A guitarra é assim apresentada nas
suas várias facetas, procurando mais uma vez demonstrar a sua versatilidade, o seu potencial, num
programa que inclui, entre outros momentos, as homenagens a Octávio Sérgio , a participação dos
guitarristas Bruno Costa e Paulo Figueiredo , o espectáculo “A guitarra e o canto”, com a participação
de Virgílio Caseiro e o Grupo Cancioneiro de Coimbra , a participação da Tuna Académica de
Medicina da Universidade de Coimbra, a participação de Doc Rossi ou de António Eustáquio no
Guitolão .

Divulgar novo repertório para guitarra e criar condições para a composição de outras e novas obras
que venham a enriquecer o património bibliográfico musical continuam a ser objectivos dos Encontros,
sendo disso exemplo a proposta apresentada no Concerto de Encerramento, com orquestrações
de Obras de Carlos e Artur Paredes entre outros e este ano com a participaçãp especial do Grupo “
Cordis “ e da Tuna Académica de Medicina da U.C:.

Coimbra 7 a 15 de Outubro 2011





Dia 7    21H  Sessão de Abertura

“A Guitarra Portuguesa - Instrumento Solista de Orquestra “

Inauguração da exposição : 5 anos de Encontros Internacioanis da Guitarra Portuguesa”

21:30 H  Concerto*

“ O GUITOLÃO”

ANTÓNIO EUSTÁQUIO, Guitolão

CARLOS BARRETTO, Contrabaixo.

Um compromisso entre dois músicos, numa constante pesquisa, através de um projecto inovador, sem nunca, no entanto, sacrificarem a qualidade técnica e o rigor interpretativo.

Uma coerência tímbrica com movimentos sonoros, improvisados, em diálogos permanentes onde a razão e a alma se congregam em equilíbrio. A música que produzem pode enquadrar-se num estilo – Etno-Jazz, Mas não é limitativa. Retrata vivências pessoais, partilhadas por outros ambientes sonoros, apresentadas agora numa unidade. O Guitolão, o mais recente cordofone português, construído pelo mestre Gilberto Grácio, sugere uma guitarra portuguesa com uma sonoridade mais ampla, mas tem personalidade própria. O Contrabaixo convoca-o para um
novo espaço tímbrico.




Dia 8   Café - Concerto *

17h “A Guitarra e o Canto na Canção de Coimbra. Abordagem técnica e estética.”

Virgilio Caseiro – Conferencista

O Cancioneiro de Coimbra – Grupo de fados de Coimbra

A guitarra enquanto instrumento solístico ou de acompanhamento, sobrevive de mutações específicas, em função das solicitações interpretativas que lhe são pedidas. Daí decorre a diferença entre a guitarra de Coimbra e de Lisboa e até mesmo a guitarra universal. Por tudo isto, inclusive, emerge a necessidade sobrevivente de uma ou outra afinação, de uma ou outra dedilhação, de uma ou outra ornamentação. Também o canto, ainda que suportado por
princípios teóricos e técnicos imutáveis, para poder servir e sobreviver à individualização ou colectivização vocal, se vê obrigado a discernir sobre o conteúdo estético em que se tem que mover e de que forma pode servir este contexto.

Coimbra, pela particularidade e peculiaridade da sua temática melódica na sua canção, geralmente chamada Fado, solicita de forma intensa uma e outra, obrigando-as a uma assimilação íntima e maturizante e a uma interactividade estésica, pela constante alternância ente valor solístico. Assim e por isso, decorre o interesse desta abordagem e a possível clarificação do papel de um e de outro na interpretação e na personalização deste género musical. ( Virgílio Caseiro )



Virgílio Alberto Valente Caseiro
- Nasceu em Ansião em 1948. Possui o Curso Superior de Música (Canto) do Conservatório Nacional de Lisboa. Fez também Composição. Licenciou-se em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Nova de Lisboa. Mestre em Ciências Musicais, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Tem especialidades em Musicoterapia, Direcção Coral e de Orquestra.
Entre outros, trabalhou com: Mário Sousa Santos, Fernanda Rovira, Mário Mateus, Fernanda Correia, Joana Silva, Rudolph Knohl, João de Freitas Branco, Constança Capdeville, Rui Vieira Nery, Gerard Doderer, Christopher Bochmann, Fernando Eldoro, Pierre von Hawe, Jos Wuytack e Murray Schaefer.  Foi Musicoterapeuta cerca de 10, trabalhando com crianças portadoras de deficiência mental. Foi Maestro e co-fundador do Coro de Professores de Coimbra no ano de 1981 /82. Foi Maestro e co-fundador da Orquestra de Câmara de Coimbra no início da década de 90. Foi Maestro do Orfeon Académico de Coimbra no período de 1982 a 1996. Enquanto ao serviço deste organismo foi homenageado com a indicação do seu nome para a Sala de Direcção do organismo, nas instalações académicas da A.A.C. Foi Maestro e fundador (1997) do grupo coral masculino Schola Cantorum. Foi Maestro da Orquestra da Associação de Antigos Tunos da Universidade de Coimbra, de 1999 a 2003. Foi Maestro do Coro do Hospital Pediátrico de Coimbra.
-Como musicólogo, tem realizado inúmeras conferências e comunicações, em Portugal e no Estrangeiro, em colaboração com instituições como a Universidade de Coimbra, Universidade de Trás-os-Montes, Universidade de Aveiro, Direcção Geral da Extensão Educativa, Ministério da Educação, Sindicato dos Professores, Associação Portuguesa de Educação Musical, Instituto Politécnico de Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Bragança, etc. Como maestro e cantor tem realizado concertos em Portugal e ainda em países como Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca, Itália, Vaticano, Angola, Canadá, Brasil e Estados Unidos da América.Tem publicados os livros O Orfeon Académico de Coimbra - Das Origens à Actualidade; Novas Canções  Automóvel.  É colaborador da imprensa e da rádio regionais. Tem vindo a desenvolver há cerca de 20 anos uma experiência metodológica de Expressão Musical na ACM de Coimbra, com crianças em idade pré e escolar, com o objectivo de investigar o contributo da música no desenvolvimento e amadurecimento cognitivo, afectivo e motor. Desenvolveu, até à sua aposentação, actividade docente na Escola Superior de Educação de Coimbra, onde foi Professor Adjunto de nomeação definitiva, tendo à sua responsabilidade a cadeira de Direcção Coral e Instrumental, bem assim como a de Prática Pedagógica. Desenvolve actividade musical no grupo medieval e renascentista Ars Musicae, desde 1985, onde é Director Artístico, cantor e instrumentista, e no grupo de canção coimbrã Cancioneiro de Coimbra, desde 1982, onde é cantor. Desde 2001 que assumiu a responsabilidade artística da Orquestra de Câmara de Coimbra, (a partir de 2005 Orquestra Clássica do Centro) sendo também seu Maestro Titular. Em 2002 assumiu a responsabilidade artística da Orquestra Para-Sinfónica Juvenil de Coimbra. Em 2003 foi agraciado com o diploma de Mérito Profissional, entregue pelo Rotary Club de Coimbra. Iniciou em 2003 as funções de Maestro do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra. Em 2004 foi agraciado com a Medalha de Mérito, atribuída pela Câmara Municipal de Ansião. Ainda em 2004 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pela Câmara Municipal de Coimbra, como reconhecimento do trabalho de intervenção musical e cultural que ao longo dos anos tem vindo a assumir na cidade, bem assim como na zona centro do país. Já em 2006 foi agraciado com o prémio Prestígio – Salgado Zenha, pela Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, como reconhecimento do trabalho desenvolvido em prol da Academia e da Cidade. Ainda em 2006 e por decisão de Sua Ex.ª o Presidente da República, recebe a Comenda da Ordem de Santiago de Espada. Em 2010 foi-lhe entregeu a Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra .


21h30 Concerto*


Doc Rossi

Trio da OCC

Programa
The Peacock's Feather and The Fairies' Hornpipe (solo)
The Humours of Kilcogher and The Cordal Jig (solo)
Rodney's Glory and The Blackbird (solo)
Brian O’Lynn / A Trip to Athlone / The Mist Covered Mountain (solo)
Foul Weather Call & The Dorsetshire Hornpipe (solo)
Jockey to the Fair / The Flaxley Green Dance / Tom Jones (solo)
Girondula and Le Capatoghju Calzanincu (duo)
Mantovana (trio)
La Champaitre Suite (trio)
La Legere Suite (ensemble)
La Biby Suite (ensemble)
La Fidélité & La Merveilleuse (ensemble)
La Cotterie des Dames (ensemble)
Come vous voudrais (ensemble)
La Tendresse Suite (ensemble)

Gregory Doc Rossi é um dos maiores artistas e especialistas de Cítara do mundo: entre outros instrumentos, o músico toca Cítara do Renascimento Moderno e Cítara Céltica. As décadas de 80 e 90 do século passado, período durante o qual viveu em Londres, foram fundamentais para a carreira de Doc Rossi, pois o músico aprendeu a tocar música tradicional irlandesa com a comunidade irlandesa londrina, na qual se incluem os músicos Lucy Farr, Tommy Healy, Jimmy Power e The Rakes. Doc Rossi trabalhou também com o cantor e contador de histórias Freddie McKay, bem como com Bob Cann, e Mike Seeger.
Atualmente, Doc Rossi trabalha como solista, tanto ao nível da música tradicional como contemporânea, mas mantém como Robert Amyot, um dueto chamado Les Dexters, que interpreta música tradicional do Quebec, de França e da Irlanda. O músico é, ainda, membro do The Consort Batchelor, um grupo de música barroca sediado em Nova York.
Licenciado em Letras e profundo estudioso da História da Música, Doc rossi tem várias obras sobre a cítara e a sua história publicadas, bem como alguns CD’s com instrumentações de Cítara.
Foi diretor musical de produções de obras de John Synge, Ben Johnson, Shakespeare e Brecht. A música tradicional tem sido um dos vectores fundamentais da sua obra, que inclui uma interpretação da Ópera do Mendigo, peça em que Doc Rossi conseguiu aliar duas paixões: o Barroco e a música tradicional.




Dia 9   17h Encontro com a GUITARRA*

apresentação de Sanção Coelho e com a participação de Rão Kyao, João
Torre do Valle, Jorge Cravo, Bruno Costa, Rui Ferreira, Artur Pinho
Maria e Doc Rossi. participação especial da Tuna Académica da
Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra










Dia 14   21h30 Concerto “ à CAPELLA “

Local : Centro Cultural à Capella

www.acapella.com.pt

Morada Rua Corpo de Deus, 3000-121 Coimbra


Participação

Ricardo Dias e Bruno Costa - Guitarra Portuguesa

Nuno Botelho e Luís Ferreirinha - Viola

António Ataíde e Nuno Silva - Voz

Ricardo Dias - Piano e Acordeão



Dia 15  (encerramento dos V Encontros Int da Guit. Portuguesa )

21h30 Concerto *

Orquestra Clássica do Centro

Córdis

- Bruno Costa – guitarra Portuguesa

- Paulo Figueiredo – piano

Tuna Académica da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

Artur Pinho Maria, maestro

* Pavilhão Centro de Portugal

Cordis

Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra

Orquestra Clássica do Centro

DIRECÇÃO Artur Pinho Maria

PROGRAMA :

José Firmino - Suite Sinfónica Aeminium (Excertos)

I- Velha Universidade

II- Penedo da Saudade

III- Choupal

IV- Rio Mondego

Fernando Martins – Canção da Primavera *

Paulo Figueiredo - Hora de nós *

Jorge Gomes – Exercício *

• arranjo e orquestração- Rui Ferreira *

Suite Ligeira

António Portugal - Valsa para um tempo que passou **

Carlos Paredes - Canção dos camponeses **

Bruno Costa – Caminhos **

• arranjo e orquestração - Rui Paulo Teixeira - rpT 110 (2011) **

Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra - Balada de Despedida 2007




Orquestra Clássica do Centro apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em Dezembro de 2001, na altura com 25 elementos e com a denominação “Orquestra de Câmara de Coimbra”. A Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida desde então pela Lei do Mecenato Cultural (actual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Em 2002 a Orquestra passou a ser composta por 32 elementos, sendo esta a sua actual constituição, em 2004 viu aprovada por unanimidade, em Assembleia-Geral, a alteração do nome para Orquestra Clássica do Centro (OCC).  Do seu historial destacam-se os Concertos que tiveram lugar em monumentos arquitectónicos da cidade e concelho de Coimbra, no âmbito do projecto “Mo(nu)mentos Musicais” (2003) e o alargamento da sua actividade a Câmaras e Distritos mais diferenciados, passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Organizou concursos, conferências, para além das actividades exclusivamente concertísticas, destacando-se o trabalho realizado em colaboração com o Governo Civil do Distrito de Coimbra em projectos conjuntos como “A Floresta também é Património” ou “Encontros com o Património”, ainda no âmbito das comemorações do ano para a igualdade de oportunidades realizou vários concertos e conferências.      Ao longo destes 10  anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente, procurando levar a música erudita / clássica a toda a Região Centro, colaborando com diversas Entidades a nível regional, local, profissional, etc. O historial da OCC inclui diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra / Canção de Coimbra, nomeadamente Concertos em espaços monumentais, com a guitarra como instrumento solista, o tratamento orquestral da canção de Coimbra, o Festival “Cantar Coimbra”, os workshops Encontros com a Guitarra I e II, sob orientação de Pedro Caldeira Cabral, e os “Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa”, com o Alto Patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, iniciados em 2007.Em 2011, os V Encontros assumiram a importância em atribuir um novo protagonismo à guitarra, nomeadamente a guitarra de Coimbra, como factor identitário e transversal a várias gerações. Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local  sede da OCC). Em 2010 a OCC assumiu um novo desafio com a criação do Coro da OCC, uma formação coral que conta com 70 elementos. O Concerto de Apresentação teve lugar no mês de Dezembro com a apresentação da Oratória de Natal de J.S. Bach.   Em Fevereiro de 2011 apresentou o Concerto / estreia da ORQUESTRA JUVENIL DO CENTRO. Desde a fundação até Junho de 2010 teve por maestro titular o Dr. Virgílio Caseiro, em 2010 o maestro titular da OCC passou a ser Artur Pinho Maria. Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, continuarão a ser os

objectivos deste projecto.

 

Maestro

Artur Pinho Maria




Artur Pinho Maria -  nasceu em Ossela, em 1967. É licenciado em Direcção Musical pelo Conservatório Superior de Música de Gaia, sob a orientação do Maestro Mário Mateus. Estudou ao longo dos últimos vinte anos com Anton de Beer, Edgar Saramago, John Roos, Vianey da Cruz, Jean-Marc Burfin, Peppe Prates, Vasco Pearce de Azevedo, José Luís Borges Coelho, Ivo Cruz, António Vassalo Lourenço e Ernst Schelle, encontrando-se actualmente a finalizar o mestrado em Direcção na Universidade de Aveiro.

Dirigiu como maestro convidado a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte, a Orquestra Espoarte, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Filarmonia de Gaia e a Orquestra da Fundação Conservatório Regional de Gaia.

Assumiu recentemente as funções de director artístico e maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

É maestro do Coro do Porto de Aveiro, Orfeão Universitário de Aveiro, Orfeão de Vale de Cambra, Orfeão do Paraíso Social de Aguada de Baixo e do Orfeon Académico de Coimbra. É coordenador do sector cultural da Associação Académica da Universidade de Aveiro. Orienta diversos cursos de direcção coral (Barcelos, Coimbra, Vila Franca de Xira e Vigo) e master class de técnica vocal e direcção.

Tem quatro edições discográficas e duas participações, destacando-se "Fernando Lopes Graça - Canções Regionais Portuguesas" (2007), gravação integral dos cadernos I e II.

 


 

Tuna Académica da Faculdade de Medicina da U-C.

 

Desde a data da sua fundação, em Janeiro de 1994, que a Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra (T.M.U.C) tem vindo a conquistar um lugar de destaque no panorama nacional de tunas académicas. Ao longo desta década e meia de história, os seus elementos têm procurado com insistência a perfeição musical e a melhoria incessante das suas capacidades individuais no exercício colectivo. A T.M.U.C assume-se como um grupo de estudantes que partilha em comum o gosto pela música e vida académica, e que dedicam parte do seu tempo a espalhar pelo país a tradição Coimbrã contagiando as pessoas que assistem aos nossos espectáculos com a alegria que nos é típica. Consideramos que a formação académica não se deve limitar à aquisição de conhecimento científico, devendo a mesma ser complementada com a Arte e a Cultura. A T.M.U.C conta já com 3 CD’s editados (“Cantar de Estudante”, “Por Ti” e “Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra AO VIVO”), estando para breve a edição de um quarto, com 12 novos temas originais. O reportório da Tuna conta já com mais de 35 músicas originais (escritas e compostas por elementos da Tuna) que passam pela tradicional música portuguesa, pelo sentido e emocionante Fado de Coimbra e pelas ternas e românticas Baladas, sempre presentes nas nossas Serenatas. Um dos grandes "saltos" da TMUC ocorreu no ano de 2009 com a organização da 1ª edição do nosso festival: I Cantar de Estudante. Foi um sucesso e um motivo de orgulho para todos nós, que pudemos dar à cidade de Coimbra mais um momento de cultura envolto de muita alegria e espírito académico. A Tuna de Medicina é, actualmente constituída por um total de 40 elementos, todos estes actuais estudantes da Faculdade de Medicina de Coimbra. Pela TMUC já passaram mais de 120 estudantes da mesma Faculdade.

 

 

 


 

Cordis

O piano de Paulo Figueiredo e a guitarra portuguesa de Bruno Costa cruzam-se com paixão e intensidade, mostrando, através de uma nova abordagem estética, facetas desconhecidas de alguns clássicos da guitarra de Coimbra. É desta forma que os dois instrumentos se fundem num constante diálogo de cordas, divagando e explorando a riqueza harmónica e rítmica de peças de reconhecidos compositores, como Artur Paredes e Carlos Paredes...


 

Associação
Orquestra Clássica do Centro
com Sede / Gestão Cultural do Pavilhão Centro Portugal


Av. da Lousã ( Parque Verde do Mondego ) 
Coimbra

Cartão Amigo OCC 
O cartão que dá acesso directo à Música e eventos da Orquestra Clássica do Centro e do Pavilhão Centro de Portugal. Ao aderir ao Cartão Amigo OCC, será dos primeiros a receber informação e a beneficiar de descontos. Cartão Amigo OCC, é um cartão para ser usado no acesso e actividades do Pavilhão Centro de Portugal e em iniciativas da responsabilidade da OCC.



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