Orquestra Clássica do Centro
A OCC é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivo promover (através da orquestra ou outra espécie de conjunto) a divulgação da música e da cultura em geral, organizando, designadamente, colóquios e concertos, ou efectuando publicação de textos, para além de promover também o desenvolvimento profissional dos músicos.
A orquestra com formação clássica é composta por 32 músicos profissionais[1], seleccionados através de concursos públicos.
Constituída em moldes profissionais surge em 2001, com a então designação de “ Orquestra de Câmara de Coimbra”, e composta na altura por 25 elementos. Em 2002 a Orquestra, por decisão da sua Assembleia-Geral e com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra passou a ser composta por 32 elementos, sendo essa a sua actual constituição. Em 2004, altera a sua designação para “ Orquestra Clássica do Centro (OCC)
Orquestra Profissional
(Constituição)
Violinos I
Violinos II
Violas
Violoncelos
Contrabaixos
Flautas
Oboés
Clarinetes
Fagotes
Trompas
Trompete
Percussão
ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO
A Orquestra Clássica do Centro conta já, em 2009 com 8 anos de actividade ininterrupta.
São estas as palavras que definem este nosso percurso: determinação, entusiasmo e confiança na ideia de que o projecto, que defendemos, é fundamental para a Cidade, para a Região, para as Pessoas. Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, continuarão a ser os objectivos deste projecto.
Pretendemos dar-lhe continuidade, insistindo na vertente pedagógica e na possibilidade de atracção de novos públicos. Critérios de qualidade, de consistência de gestão das actividades e capacidade de obtenção de outras fontes de financiamento, continuarão a ser nossa preocupação. Procuraremos garantir uma maior igualdade de acesso às criações e produções artísticas por forma a atenuar as assimetrias regionais e atenuar os desequilíbrios sociais e culturais, promovendo uma partilha solidária de responsabilidade entre os agentes culturais e o Estado, as Autarquias locais, instituições de ensino e outras Instituições, criando condições que permitam o acesso das pessoas a novas oportunidades de fruição cultural e ao pluralismo da criação artística.
Nesse sentido, pretendemos dar continuidade às parcerias estabelecidas quer com as várias Câmaras Municipais, ou outras Instituições, como a Caixa Geral de Depósitos, o Governo Civil do Distrito de Coimbra, as Águas de Coimbra E.M, entre outros, por forma a facultar os meios humanos, técnicos e de promoção dos vários eventos, bem como de Instituições de ensino (Escolas do Distrito de Coimbra, Conservatórios de Música etc.). Estas parcerias têm permitido, do ponto de vista estritamente financeiro, tornar possíveis e exequíveis a maior parte das actividades programadas, estando por isso convictos da necessidade de continuar a desenvolver esse trabalho.
Pavilhão Centro de Portugal
Pavilhão de Portugal, Expo 2000 Hannover, Germany
Arquitectos: Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura
O Pavilhão é um espaço expositivo realizado para a Expo 2000 de Hannover, sendo desmontável, para possibilitar a sua reutilização. Hoje está montado em Coimbra, pretendendo a Câmara desta cidade Utilizá-lo para actividades de exposição, música, etc. O edifício foi feito no meio dessas típicas feiras internacionais, não como a de Lisboa, em que havia um plano e um propósito de transformar a área numa nova zona urbana, mas sim como uma Expo de pavilhões para desmontar, um amontoado de coisas com as mais diferentes expressões, umas interessantes, outras desinteressantes. Não havia, portanto, qualquer relacionamento contextual planeado neste caso. Como tal, é um pavilhão independente, instalado agora dentro de um parque, em Coimbra. Aliás, foi de raiz um pavilhão dentro de um parque, só que, de início, o parque era um amontoado de outros pavilhões.
O Pavilhão tem uma forma de um “L”, organizando o pátio de acesso, sendo o maior volume uma grande sala de exposições. A cobertura é ondulada, tem uma forma orgânica e é feita de tela sintética dupla, de modo a permitir a entrada de luz, assim como o isolamento térmico, e a criar boas condições acústicas. Exteriormente, o Pavilhão é revestido a cortiça, havendo ainda uma parte revestida a azulejo. O aglomerado de cortiça oferece boas condições de durabilidade no exterior, constituindo um isolamento térmico que dá uma imagem inusual. Aquela cortiça rude, escura, com o tempo ficará cinzenta; veremos como evolui.
VIEIRA, Álvaro Siza, Apresentação da Exposição “ÁLVARO SIZA EXPOR - PROJECTOS PARA MUSEUS E ESPAÇOS DE EXPOSIÇÃO” – Fundação de Serralves, Abril – Junho 2005